Dia tranqüilo, mar tranqüilo. A cor da água aqui, perto da costa do Amapá, é mais barrenta, diferente daquele azul maravilhoso de antes. Diante da calmaria, náo nos resta muito a fazer entre um turno ou outro senão relaxar. Estudei (matérias relativas ao mar), ouvi música (é uma constante no barco, merece um comentário a parte), assisti a um filme no DVD e até bati o bolo de Simone (com massa semi pronta, não exijam tanto de mim!). No entanto, estamos no mar, não esqueçamos, e qualquer atividade por mais simples que pareça, sempre dá mais trabalho. E o leve balançar das ondas, fez a massa do bolo correr toda para um único lado da assadeira, assando metade e queimando a outra!! Então, nova tentativa para amanhã.
No fim da tarde, eu e Alexandre para relaxar e combater o tédio, fomos para a proa tomar sol, no meio do oceano imenso, uma delícia! Mas não demoramos muito, afinal, estamos nas imediações da linha do Equador, onde a radiação solar é muito intensa.
E assim seguimos preguiçosamente, alternando nossos turnos e esperando chegar até Cayenne.
No fim da tarde, eu e Alexandre para relaxar e combater o tédio, fomos para a proa tomar sol, no meio do oceano imenso, uma delícia! Mas não demoramos muito, afinal, estamos nas imediações da linha do Equador, onde a radiação solar é muito intensa.
E assim seguimos preguiçosamente, alternando nossos turnos e esperando chegar até Cayenne.
Por volta da meia-noite, deixamos as águas brasileiras...até logo Brasil!
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